Caos no Palmeiras



Segue muito complicada a situação do Palmeiras, que decidiu investir em Dorival Jr. para salvar o time da degola.

Salvar acho que ele consegue, mas o salário de R$ 200 mil mensais mais bônus por produtividade ainda considero elevado, especialmente pelo histórico do treinador.

No elenco, ele terá que lidar com um racha entre os jogadores, já que o excesso de estrangeiros tem incomodado os brasileiros e, definitivamente, o grupo não fala a mesma língua.

O principal responsável pelo caos é a diretoria, que pisou na bola em 2014, seja no futebol, seja no marketing.

A pressão pela saída de José Carlos Brunoro continua, mas Paulo Nobre quer mantê-lo até o final de seu mandato.

Outra polêmica é em relação aos empréstimos ao Palmeiras avalizados pelo presidente do clube, que misturou suas finanças pessoais com as do Verdão.

De acordo com proposta de Mustafá Contursi que acabou aceita, o clube começará a pagar a dívida a partir de maio de 2015, destinando 10% de sua receita mensal para quita-las pouco a pouco.

Do ponto de vista econômico-financeiro é uma aberração um dirigente fazer tal lambança, agindo como se fosse dono do Palmeiras, especialmente em ano eleitoral.

Por pior que seja a situação do clube, não deve misturar as coisas. Se não, acontece o que estamos vendo. Uma meleca total.

Ah! E pela demissão do técnico argentino o Verdão ainda terá de pagar cerca de R$ 1 milhão, o que também está sendo contestado por parte do conselho, irritado com o que considera irresponsabilidade da diretoria. E. cá entre nós, é mesmo.



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