E os naming rights?



No Corinthians as informações sobre a venda do direito de nomear sua arena em Itaquera seguem contraditórias.

A Emirates é tida como a principal candidata a comprar os chamados “naming rights”, mas não estaria disposta a pagar os R$ 400 milhões pedidos pelo Timão por 20 anos de contrato.

Andrés Sanchez, que vinha comandando as negociações com possíveis parceiros desde 2011, irá se dedicar integralmente à sua campanha a deputado federal em São Paulo, e o presidente Mário Gobbi deve montar um grupo de trabalho específico para cuidar de todos os assuntos referentes à arena.

Não está descartada a venda do nome do estádio por um período menor que 20 anos nem uma negociação casada envolvendo também a camisa do Timão.

Réu em processo criminal em ação por dívida fiscal no Corinthians, Andrés adotou o discurso de que, com ou sem a venda dos “naming rights”, o clube tem como pagar as contas da arena e os empréstimos que viabilizaram sua construção.

Sobre apropriação indébita de tributos em sua gestão, alega que já houve acordo para pagamento da dívida e que, por conta disso, não há razão para ação penal na Justiça.

Vale lembrar que o ex-presidente corintiano é uma das principais apostas do PT para conseguir votos para o partido em SP. A expectativa do partido é que ele atinja a marca de 1 milhão de votos e ajude outros candidatos a conseguir uma vaga na Câmara.



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