Marin poupado



E não é que a cúpula da CBF avalia que, apesar da catástrofe diante da Alemanha, ela saiu incólume da situação?

Acredita que o vilão perante a opinião pública foi mesmo Luiz Felipe Scolari e que a faxina que está fazendo na entidade, dispensando toda a comissão técnica, além do médico e do diretor de comunicação, começa a pegar bem. E que ela tem mostrado firmeza após o fiasco.

O curioso é que José Maria Marin arrumou seus bodes expiatórios, mas não parece que vai fazer um mea-culpa. Ou será que vai? Quem sabe amanhã?

Afinal quem contratou a comissão técnica, bancou o assessor de imprensa, que virara até diretor de comunicação, definiu Teresópolis como concentração da Seleção durante a Copa e deu aval para toda a “preparação” do Brasil para o Mundial foi o próprio Marin. Ou não foi?

Se perdesse a Copa, ele dizia que iria para o inferno. Cogitava antecipar sua saída (o mandato termina ano que vem) para dar lugar ao vice mais velho, Marco Polo Del Nero, presidente eleito da CBF.

Mas o curioso é que, quando deixar a presidência, Marin segue na entidade. Pois será ele justamente o vice mais velho de Del Nero. E ainda dá nome à nova sede da CBF, na Barra da Tijuca.

Após entrar para a história como o responsável pela Seleção quando ela levou sua maior goleada em cem anos de existência, bater uma série de recordes negativos e não conseguir organizar um Brasileiro decentemente, Marin merece tal homenagem?

A não ser que o inferno seja a nova casa da CBF… Difícil entender.



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