A Copa da Argentina



A Argentina demonstrou muita raça no Mundial, mas ficou longe de apresentar um grande futebol.

Na primeira fase fez um jogo complicado contra a Bósnia, foi obrigada a rever alguns conceitos, mas na segunda rodada por pouco não perde para o Irã (sim, para o Irã), nas oitavas enfrentou dificuldades enormes diante da Suíça, ganhando o jogo só na prorrogação…

E mesmo nos dois últimos jogos, contra Holanda e Alemanha, dois empates sem gols, uma vitória nos pênaltis contra os holandeses, derrota na prorrogação contra os alemães, o futebol bonito não apareceu. O pragmático, sim.

Mas os Hermanos, queiram ou não, deixam, como colocou um amigo meu, uma lição de dignidade e seriedade.

Já a Alemanha fez uma Copa melhor mesmo, apesar de enormes dificuldades diante de Gana e Argélia, mas conseguiu, além do título, duas goleadas históricas: 4 a 0 contra Portugal e os 7 a 1 diante do Brasil, que serão lembradas durante décadas e décadas. Especialmente a última, a maior sofrida pela Seleção que completa segunda que vem cem anos de existência.

Um tetracampeonato merecido. A vitória do trabalho sobre (pelo menos no caso do Brasil, que era de longe o pior dos quatro semifinalistas) o improviso.



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