O complô de Parreira



Carlos Alberto Parreira tem que mudar o discurso. Não dá pra continuar insinuando que o Brasil está sendo vítima de complô dos que não queriam que ele fosse hexa.

Se houve complô, foi dos alemães, que deram uma aula na Seleção em campo. Jogaram bonito, tinham ótimo esquema tático, tocavam a bola de pé em pé, atuaram com seriedade, sem debochar dos adversários e foram marcando, marcando e marcando… Poderiam ter feito dez.

E ainda comemoraram a classificação para a final com muita classe e respeito. Na vida você tem que saber vencer (e a Alemanha soube) e perder, algo que alguns ainda não aprenderam.

Seguir atribuindo o fiasco à entrada (maldosa ou imprudente) do colombiano em nossa maior estrela, ao cartão amarelo que tirou do jogo nosso capitão (muito bem aplicado, aliás) ou à arbitragem no Mundial é negar a realidade. E não leva a lugar nenhum.

É hora de mudanças, a começar pela cartolagem e pela estrutura de nosso futebol, comandada por uma CBF que nem organizar o campeonato nacional consegue e age como se fosse dona da Seleção, um patrimônio público e não de um grupinho que não quer lançar o osso. E Parreira ainda vê a CBF como o Brasil que deu certo… Meu Deus!



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