A incógnita e o astral



Conversei com muita gente nos últimos dias e especialmente nas últimas horas e é curioso como poucos estão apostando no Brasil. Um diz esperar por um milagre hoje, que seria a vitória da Seleção, outro, que a Alemanha pode definir o jogo já no primeiro tempo, o terceiro, que a Copa pra gente já era…

Podem até estar com a razão, embora espero que não, até porque a Seleção que vai hoje a campo é uma incógnita. E não estou me referindo à escalação, mas à forma de jogar. À postura que terá sem seu principal atacante e com outros ou o próprio grupo, o coletivo, tendo que assumir o protagonismo.

Com o pessimismo que tomou conta de muita gente, caso perca já terão as explicações à mão, caso ganhe será um feito épico, pois pelo jeito não são mesmo muitos os que acreditam, não.

As análises sobre uma derrota ou vitória também já são esperadas. Discurso pronto, enfim. E muitas críticas em caso de não irmos à final, apesar de muitos estarem prevendo justamente isso. Só que se acontecer certamente vão lembrar que o Brasil não fez nenhuma atuação maravilhosa no Mundial, apesar de ter ido bem contra a Colômbia, especialmente no primeiro tempo, mas tomou sufoco no final, que a convocação deveria ter sido outra, que o time dependia demais de apenas um jogador, lesionado no último jogo… Já sabemos o que virá.

Eu, sinceramente, não tenho prognósticos para o jogo de hoje, embora no bolão tenha ido de Brasil. Inclusive porque, para mim, a Seleção se transformou mesmo numa incógnita. Para os alemães talvez também, o que seria bom. Espero que o time nos surpreenda hoje. Positivamente, claro. Mas isso saberemos logo mais, dentro de poucas horas. Pouquíssimas horas, aliás.



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