David Luiz e Falcão



Ok que a Seleção de 2014 seja bem diferente da de 1982, que praticava o chamado futebol-arte, mas a determinação e a garra dos jogadores, para mim, são bem parecidas.

A comemoração do gol de falta de David Luiz contra a Colômbia parecia muito a de Paulo Roberto Falcão contra a Itália, quando fizemos 2 a 2 lá no Sarriá, estádio que nem existe mais em Barcelona.

Pena que depois levamos o terceiro gol de Paolo Rossi e tenhamos deixado escapar o empate e a classificação.

Mas lembro daquela Seleção, comandada por Telê Santana, com muito carinho. Muito carinho mesmo. O mesmo carinho que tenho por essa, especialmente pela garra e comprometimento de nossos jogadores.

Se vão ganhar não sei, é muito difícil arriscar um prognóstico agora, com quatro seleções de grande porte nas semifinais. Mas que é possível chegarmos lá, claro que é. Mesmo sem Neymar.

Para o lugar dele vejo muitos pedindo por Willian, embora eu preferisse ver o time com três volantes, Luiz Gustavo, Fernandinho e Paulinho, com Oscar um pouco mais à frente, fazendo a ligação com Hulk e Fred. Que tem que pedir mais a bola. E procurar um pouquinho mais o jogo.

Ou, de repente, até entraria com Bernard, atacante habilidoso pacas. Se não começarmos com ele, que fique como alternativa (e boa alternativa, aliás) para o segundo tempo.

Mesmo sem um Kaká, um Robinho e um Ronaldinho Gaúcho no banco de reservas, opções não faltam para Felipão. Que escolha as melhores para terça, quando disputamos vaga pra final com os alemães. Que fizeram tremendo trabalho de 2006 pra cá. Mas essa é outra história, outra história…



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