Bottas, de novo



Não é que o finlandês, companheiro de equipe de Felipe Massa, mais uma vez chegou ao pódio na F-1? Ficou em segundo no GP da Inglaterra.

Os amantes de automobilismo deveriam ficar um pouco de olho nele também, como escrevi há duas semanas. Parece que pra nós só existem os brasileiros, ou no caso, Felipe Massa, quando não é bem assim. Valtteri Bottas que o diga.

Chega a lembrar , pelo menos pra mim, a Copa de 1998, quando Ronaldo teve um colapso nervoso antes da final, perdemos para a França e, depois dos 3 a 0, justificamos a derrota pelo que tinha acontecido horas antes do jogo com nosso principal jogador, como se do outro lado não tivesse um time forte também.

Lembro que semanas depois entrevistei Zinedine Zidane, campeão com os franceses, e ele dizia que o resultado se explicava também pela força da seleção anfitriã da Copa.

Que ao explicarmos a derrota apenas por nossos equívocos na final acabamos desvalorizando o oponente. Ou adversário. Ou, no caso da F-1, o companheiro de equipe. Hoje, na Williams, o principal piloto, queremos ou não, é Bottas, não Massa.



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