Marin com a Seleção



O presidente da CBF, José Maria Marin, que andava sumido no início do Mundial, resolveu reaparecer e partir atrás dos holofotes, tentando faturar com o avanço do time no torneio e a comoção em relação à contusão de Neymar.

Foi visto no Castelão beijando os jogadores que desciam do ônibus do Brasil e desejando-lhes boa sorte para o jogo contra a Colômbia.

Tirou fotos no estádio com políticos cearenses, apareceu ao lado do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, e do presidente da Fifa, Joseph Blatter.

No Mineirão deve seguir o mesmo ritual.

Na Granja Comary, aproveitou a entrada de Neymar no helicóptero que levaria o atacante ao litoral paulista, onde irá repousar e iniciar o processo de recuperação da lesão que o tirou da Copa, para ser filmado ao lado do pai do atacante e de Marco Polo Del Nero, que irá sucedê-lo na CBF.

Irá usar a Seleção como trunfo a partir de agora, já que o temor de uma eliminação precoce passou e estamos entre os quatro finalistas, com desculpa pronta, inclusive, em caso de derrota. que espero que não aconteça.

Marin, que é ligado ao PTB, partido que fazia parte da base de apoio do governo Dilma Rousseff, agora está ao lado de Aécio Neves. Mas costuma dizer que futebol e política não se misturam. Não mesmo?

O que sei é que, políticos à parte, sigo torcendo muito por essa Seleção, que tem dado uma garra incrível. Sangue, suor e lágrimas. Vai Brasil! Não nossos políticos, claro, mas nossos jogadores, Júlio César, Maicon, Dante, David Luiz, Marcelo e tantos e tantos outros. Sou dos que acreditam. Não nos políticos, claro, mas neles, jogadores.



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