E agora, Uruguai?



Devem explicações o presidente da federação uruguaia, o técnico Óscar Tabárez e o zagueiro Diego Lugano, que viram um complô contra a Celeste pela punição a Luis Suárez.

Insistiam que não tinha havido mordida e que brasileiros, italianos e ingleses queriam ver o artilheiro fora do Mundial, os primeiros com medo de enfrenta-lo nas quartas, os outros inconformados por terem sido eliminados da Copa pelo Uruguai.

Batiam na tecla de que houve apenas um contato de jogo entre Suárez e o zagueiro Chiellini, da Itália, não uma mordida. Teimaram em brigar contra a imagem e os antecedentes do atacante.

Agora Suárez pede desculpas a todos e reconhece que houve a dentada, sim.

Wilmar Waldez, que comanda a Associação Uruguaia de Futebol e dizia não haver provas suficientes para uma punição, não deve continuar com a mesma posição, diante das últimas declarações de Suárez.

E, como o atacante fez agora, poderia pedir desculpas pelas suas declarações durante a Copa no Brasil. Assim como Tabárez e Lugano.

Os dois últimos, aliás, não tivessem focado tanto na punição ao artilheiro, esquecendo-se do jogo das oitavas contra a Colômbia e ajudando a desestabilizar a Celeste, também são responsáveis pela eliminação precoce dos uruguaios, que não souberam lidar bem com a mordida e a consequente suspensão.

Um time, afinal, não é só um jogador. Ou não deveria ser.



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