A Holanda e os técnicos



Mesmo criticado por parte da mídia holandesa, Louis Van Gaal mostrou bom trabalho no segundo tempo, mexendo no time e provando que a Laranja Mecânica não conta apenas com 11 jogadores. Tem um banco que pode mudar a história do jogo. E mudou, ajudando o grupo a passar pelo México e chegar às quartas de final.

Robben, pra mim o melhor jogador da Copa até aqui, novamente foi importantíssimo para os holandeses, que viraram no finalzinho e entram como favoritíssimos para avançar às semifinais do Mundial.

Mas assim como técnico ajuda a ganhar jogo, ajuda a perder. Que o diga Miguel Herrera, que resolveu recuar muito cedo o time do México, a fim de segurar o 1 a 0, deu espaço em demasia para os holandeses e viu sua equipe eliminada da Copa.

Vale menção, mais uma vez, a atuação do goleiro Ochoa, uma das sensações do torneio. E também vale nota o sofrimento dos mexicanos no campo e nas arquibancadas, de doer o coração. Mas perder faz parte do jogo. Inclusive nos instantes finais, por mais dolorido que seja. E de fato é.



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