Calma, Brasil



A Seleção passou no sufoco, mas passou. Agora tem que colocar a cabeça no lugar, os jogadores seguem muito, muito tensos e por pouco não deixamos escapar a classificação.

Queria vê-los mais à vontade, sem sentir tanta pressão. O descontrole emocional é evidente e precisamos mudar pras quartas de final.

A zaga hoje novamente falhou, especialmente Thiago Silva, que estava tenso demais. Fernandinho não entrou bem, Fred, tampouco, no segundo tempo Neymar não tinha pra quem tocar e viu o Chile dominar as ações. Cadê nosso meio-campo, afinal?

A prorrogação foi equilibrada, dois times extenuados, mas no finalzinho aquele travessão nos salvou.

Gostei de Hulk, que marcou aquele gol anulado pela arbitragem e apareceu um pouco mais no jogo, David Luiz e Júlio César, que se redimiu, se é que precisava de redenção, de 2010. Sem falar em Neymar, apesar de muitas vezes jogar sozinho lá na frente. E ainda ter que procurar o jogo…

Que Felipão ouse mais na próxima fase, que Parreira ponha o dedo na forma de o time jogar, com mais toque e domínio de bola e que possamos atuar menos presos.

Calma, Brasil, a Seleção anda com os nervos à flor da pele, o que não é necessário. Que jogue agora com alegria e, caso perca, vida que segue mesmo. Há problemas mais sérios que um jogo de futebol, por mais que simbolicamente o esporte represente muito pra muita gente. Mas não representa tudo, não. Longe disso.



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