Febre nos EUA



O Mundial no Brasil tem causado comoção nos Estados Unidos. A própria mídia norte-americana parece pasma diante da reação do público de lá, ávido por notícias do torneio.

Domingo, quando empataram com Portugal, por 2 a 2, a audiência na TV bateu recorde, ultrapassando a casa dos 18 milhões de espectadores na ESPN americana, marca maior que a de 1999, quando a equipe feminina dos EUA fora campeã mundial de futebol.

O interesse pelo torneio é tanto que o maior número de bilhetes comprados para a Copa por estrangeiros foi justamente nos “States”, superando a venda em países latino-americanos como México, Argentina e Chile, por exemplo.

Hoje os norte-americanos jogam sua sorte na competição diante da Alemanha, tentando uma vaga para as oitavas de final. Se empatarem, classificam-se em segundo, devendo pegar a Bélgica na etapa seguinte.

A expectativa é de que novo recorde de audiência na TV seja batido com o jogo de logo mais.

A cobertura da imprensa escrita também tem sido extensa lá na América e a avaliação sobre a Copa até aqui, positiva, especialmente com o clima festivo dentro das arenas e a boa média de gols, bem perto da casa dos três por partida.

Muitos dizem que se trata do melhor Mundial desde os de 1982 e 1986, com o que, até aqui, posso dizer que estou de pleno acordo.



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