Polêmica tecnológica



E não é que mesmo com a tecnologia o segundo gol da França diante de Honduras causou polêmica no Sul? Teve gente no Beira-Rio que jurava, vendo o lance pelo telão, que a bola não tinha entrado, embora o computador indicasse o contrário e tenha sido usado para validar o tento, claro.

Aproveitando a questão tecnológica, fiquei pensando muito sobre a proposta de Joseph Blatter, que quer ver implantado no futebol o chamado desafio, que um técnico poderia fazer ao árbitro em lances polêmicos. Talvez seja um para cada treinador por tempo de jogo, talvez dois, mas, seja como for, a ideia, à qual fui um pouco refratário no início, está lançada. E pode ser interessante.

É claro que em torneios menores seria difícil implementa-la, mas faz parte do jogo. Em competições mais importantes, como é um Mundial, seria usada. Assim evitaríamos que ocorresse o que vimos em México x Camarões, quando os mexicanos tiveram dois gols mal anulados no primeiro tempo.

Tecnologia à parte, gostei das seleções de Costa do Marfim diante do Japão e da Suíça diante do Equador. Mas a França, apesar dos 3 a 0 diante de Honduras, sei não. Talvez não vá tão longe, embora um torneio curto como é o Mundial seja imprevisível. Certamente teremos novas surpresas pela frente, além da brilhante atuação de Costa Rica e da goleada histórica da Holanda diante dos atuais campeões mundiais.



  • Mario

    do jeito q as pessoas confiam no futebol , vão começar a dizer q o programa do computador é pirata.

    hj tudo é questionado por causa dos cartolas , jogadores q reclamam de tudo ou finge tudo , sem falar dos erros bizonhos dos juizes , então tem mudar muita coisa no futebol para as pessoas passarem a acreditar .

    sou a favor da tecnologia desde os juizes sejam profissionalizados , criem um padrão mais tecnico e menos de opinião nas decisões sendo q seja um sistema como NFL aonde o juizes veem o lance sozinhos sem pressão de tecnicos e jogadores .

    ainda estamos na primeira rodada , mas o nivel tecnico dos times esta muito bom , mas temos q esperar a fase de grupos acabar para ver quem tem bala na aguilha.

    • janca

      Fora a questão das apostas envolvendo o futebol. Também sou a favor da tecnologia no futebol, desde que usada com parcimônia, há lances que são subjetivos e dependem e seguirão dependendo de interpretação, e da profissionalização da arbitragem, Mario. Abs. e desde já uma boa semana pra você

  • Carlos Prates

    Amigo Janca,
    Reclamavam tanto da falta da tecnologia, e agora ficam “questionando” ela na Copa.
    Pelo jeito, a próxima atração será; só vale gol se tocar na rede…
    Mesmo sem a tecnologia, deu pra ver que foi gol legal.
    Simon acabou com a dúvida.
    O cotovelo do goleiro de Honduras, estava inteiro dentro do gol.

    Mudando de assunto! A atuação da Bósnia até o momento, foi a melhor coisa que assisti.
    Disciplina tática, perfeita.
    Não falo sobre a escovada da Holanda na Espanha, porque acho que não houve renovação na seleção do Del Bosque. Embora o placar tenha sido exagerado.

    • janca

      Gostei da Bósnia, mas até agora o que vi de melhor foi a Costa Rica, que jogou um futebol incrível e surpreendeu o muito diante do Uruguai. Mas aguardemos o que apresentará diante de italianos e depois ingleses. A Holanda, pelo segundo tempo, foi incrível, Van Persie e Robben jogaram extremamente bem. Também gostei de Costa do Marfim, Colômbia e Chile. Dos três, mais da Colômbia. Grande abraço e boa semana, Janca

  • Cleibsom Carlos

    E os comentários dos “juízes comentaristas” contra o uso da tecnologia? A impressão que eu tenho é que esses ex-árbitros se acham intocáveis, basta ver o chilique deles quando tem suas “opiniões” questionadas. O que os árbitros têm de entender é que eles são coadjuvantes do espetáculo e não os protagonistas, o gramado não é o palco deles mas sim dos jogadores!

    • janca

      Contesto muito dos comentaristas de arbitragens, ex-juízes que parecem ter esquecido que já estiveram lá no campo, sem ajuda de tanta tecnologia que têm na TV. Comentar assim fica fácil… Às vezes é bom a gente se colocar no lugar do outro. E tem muito jornalista que também se acha protagonista, como se fosse mais importante que os jogadores. Ah! O ego… Mas isso é para um post ou uma coluna à parte. Ainda retomo o assunto.

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