Fifa apoia Dilma



A Fifa solidarizou-se com a presidente Dilma Rousseff, xingada no jogo de abertura da Copa em pelo menos quatro ocasiões.

Joseph Blatter e Jérôme Valcke, respectivamente presidente e secretário-geral da entidade, manifestaram apoio a Dilma e ao governo brasileiro via Ministério do Esporte e lamentaram o comportamento da torcida, que também hostilizou a Fifa e seus comandantes em Itaquera.

Michel Platini, presidente da Uefa, entidade que dirige o futebol europeu, disse ter ficado chocado com a falta de respeito do público em relação à presidente do país.

Os gritos contra Dilma partiram do setor vip do estádio e depois ganharam outras áreas da arena, chamando a atenção de chefes de Estado que compareceram à abertura.

Na avaliação do governo, num primeiro momento a repercussão foi negativa para Dilma Rousseff, que em outubro tenta obter mais um mandato. Num segundo momento, porém, ela teria recebido muito apoio via redes sociais e teriam começado críticas aos que estavam no setor vip.

O povão mesmo não foi ao estádio, já que a Copa, infelizmente, é mesmo para poucos.

Ontem, inclusive, uma jornalista conhecida por criticar o governo chegou a dizer que Dilma não merecia ser tratada assim, pois é mulher, mãe e avó. Como se o comportamento fosse justificado caso fosse homem, solteiro e sem filhos…

Enfim, pelo sim, pelo não, a presidente já havia decidido que iria no máximo a três jogos na Copa. No final deve ir a apenas dois. Além do de abertura, na decisão, em 13 de julho, no Maracanã.

Já Lula, o principal responsável, ao lado de Ricardo Teixeira, por ter trazido o Mundial para o Brasil, preferiu ficar em casa. E deve ser assim até o final da Copa.

Teixeira, por sua vez, quer ainda mais distância do torneio, tanto que viajou na última semana para o exterior, onde deve permanecer até o final da competição. Só depois voltaria ao Rio…



MaisRecentes

Nova caminhada



Continue Lendo

O desabafo de Cuca (ainda)



Continue Lendo

As críticas de Cuca



Continue Lendo