A mão do juiz



A Fifa errou em colocar o juiz japonês, o mesmo de Brasil x Holanda em 2010, para apitar a abertura da Copa.

E ele errou feio ao dar aquele pênalti em Fred, que gosta de simular faltas, um mal de muitos jogadores brasileiros.

Foi decisivo para a vitória brasileira, criticada em países como Argentina, Espanha, Holanda, Dinamarca e Bélgica pela forma como aconteceu. Com apito amigo.

A repercussão do caso chegou à Fifa, claro, e reforçou a ideia de Joseph Blatter, que quer que os técnicos possam, pelo menos duas vezes no jogo, chamar o árbitro para um desafio, quando usariam imagens da TV para saber se um lance crucial estava ou não legal.

Isso teria evitado o pênalti em Fred ontem.

Enfim, como já disse antes, fiquei emocionado com o hino brasileiro, a reação dos jogadores, que entraram com lágrimas nos olhos, feliz com as atuações de Oscar e David Luiz, mas triste por ganhar assim. “Roubado”, como dizem os argentinos. Prefiro dizer que ajudado pela arbitragem, que errou, espero, sem intenção. Mas ganhar ou perder por erro de arbitragem, mesmo que faça parte do jogo é complicado. Ainda mais em Copa do Mundo.

Mas outros erros virão. Afinal não são só técnicos e atletas que erram. Juízes também. E não é fácil apitar um jogo, tendo segundos ou frações de segundo para tomar uma decisão.

E não é a primeira vez que um árbitro ajuda o Brasil na estreia de um Mundial. Em 1986 foi assim. Em 2002 também. Mas em 1978, na Argentina, não. Foi o contrário. Lembram?



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