Fim do oba-oba?



A partir de amanhã, quando a Seleção se reapresentar para os últimos quatro dias de treino antes da estreia na Copa, a comissão técnica quer por um ponto final no clima de oba-oba que marcou as duas primeiras semanas em Teresópolis.

Patrocinadores e parceiros comerciais da CBF, que tiveram facilidades para se aproximar dos jogadores, inclusive em Goiânia e São Paulo, onde aconteceram os dois últimos amistosos, agora serão brecados.

A relação com a imprensa, que também teve certas regalias nas duas primeiras semanas, com alguns veículos de comunicação podendo fazer matérias exclusivas com determinados atletas e integrantes da comissão técnica, inclusive interrompendo um dos treinos do Brasil, seguirá parecida, embora sem os “privilégios” dos últimos dias.

Luiz Felipe Scolari quer, a partir de agora, o grupo focado apenas no Mundial, pois, como diz, serão cinco semanas para que todos entrem na história do país e do futebol brasileiro.

Acho que tem razão. É hora de deixar o oba-oba de lado e pensar nas sete partidas seguintes. Se é que o Brasil fará mesmo sete jogos, pois pra isso terá que chegar às semifinais, o que não é fácil. O caminho até a decisão é dos mais complicados, o que faria de uma eventual conquista brasileira algo épico.

Espero, sinceramente, que cheguemos lá. E acho que temos todas as condições de chegar, embora o futebol possa ser muito ingrato.



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