Seleção blindada



Carlos Alberto Parreira já deu o tom na segunda-feira e um tom absolutamente acertado.

Deixou claro que a comissão técnica e os jogadores não vão ficar comentando problemas de organização do país para a Copa, atrasos, custos, legado, obras de infraestrutura que não foram feitas e assim por diante.

E ele tem razão. Os atletas e a comissão comandada por Luiz Felipe Scolari têm de se preocupar com o que se passa em campo. Com treinamentos, adversários, os jogos… Focar no gramado, enfim.

Não é responsabilidade deles se o governo (seja federal, estadual ou municipal) e o Comitê Organizador Local falharam na preparação do país para o evento.

Agora o que sinto sem entender é José Maria Marin, que fez questão de acumular a presidência da CBF com a do Comitê Organizador Local e, apesar do último cargo, quer seguir jogadores e comissão técnica e se blindar, evitando tratar de problemas na organização da Copa.

Marin diz estar concentrado apenas na seleção e preocupado em ganhar o hexa, o que o levaria, segundo ele mesmo diz, ao céu. Mas como presidente do COL deveria responder também pelas falhas organizacionais e não tirar o corpo fora. Ou não?



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