A hora da verdade



O Comitê Olímpico Internacional considera setembro o mês decisivo para uma melhor avaliação sobre como serão os Jogos do Rio.

A preocupação da entidade com a organização (ou falta dela) é enorme e Gilbert Felli, interventor do comitê para a Rio-2016, espera que, em quatro meses, os preparativos ganhem uma nova dinâmica.

A principal preocupação é com o Complexo de Deodoro, que está com pelo menos dois anos de atraso.

O trânsito caótico do Rio e a questão da hotelaria também têm deixado os organizadores de cabelo em pé.

Outras duas reclamações do comitê, que já descartou a ideia de transferir algumas modalidades para outras capitais do Brasil, são os seguidos atrasos na elaboração do orçamento e divergências entre governos municipal, estadual e federal, que não se entendem sobre a matriz de responsabilidades.

O objetivo é que até setembro a coisa comece a entrar nos trilhos. Mas se isso não acontecer, a menos de dois anos dos Jogos, Felli e o COI não dizem o que irá acontecer. Por enquanto adotam o discurso de que não há plano B e que os Jogos de 2016 estão mantidos no Rio.

Ah! E pelo sim, pelo não, observadores do comitê ficarão na capital fluminense durante a Copa do Mundo analisando como a cidade irá se comportar. E atentos a possíveis manifestações, outra inquietação do comitê em relação à Olimpíada no Rio.



MaisRecentes

O escândalo de Platini



Continue Lendo

Fernando Diniz na berlinda



Continue Lendo

Deuses da Bola



Continue Lendo