Semestre perdido



Com a eliminação do Cruzeiro da Libertadores, vemos um primeiro semestre perdido pelos times brasileiros.

Estaduais fraquíssimos e desinteressantes que nem como pré-temporada serviram, um início de Brasileirão apagado, repleto de jogos de baixíssimo nível técnico, uma Copa do Brasil com partidas de dar sono e um desempenho dos times nacionais na Libertadores ruim como há tempos não se via.

Foram três os eliminados logo na primeira fase, outros dois nas oitavas de final e agora o Cruzeiro que não passou das quartas.

O time mineiro, aliás, foi anulado pelo San Lorenzo no primeiro tempo do confronto em Belo Horizonte. Mostrou nervosismo excessivo, que chegou ao descontrole, sérios erros de marcação e muita afobação quando chegava ao ataque. Os argentinos mereceram avançar.

Claro que se trata de um ano atípico, com Copa do Mundo e Copa do Mundo no Brasil, mas a fragilidade de nosso futebol _não de nossa Seleção_ é evidente.

Os clubes andam caindo pelas tabelas, endividados, com dificuldades para arrumar patrocínios e parceiros comerciais, gastando mais do que podem, atrasando salários e com problemas para honrar seus compromissos.

A Seleção, por sua vez, tem tudo para encantar no Mundial. O Brasil, afinal, será representando por ume enorme legião estrangeira. Muito forte, claro, só que ficará aqui menos de dois meses. Terminada a Copa a maioria dos jogadores volta para o Velho Continente, onde poderemos acompanha-los à distância, pela TV. É chato, mas é a realidade do futebol nacional nos tempos da globalização.



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