Itaquera, não



A direção corintiana pediu para a Companhia de Engenharia de Tráfego e a Prefeitura de São Paulo “corrigirem” as placas que indicam a localização da Arena Corinthians.

Ela se referem ao local  como “Estádio Itaquera”, o que descontentou dirigentes corintianos, que ainda negociam a venda dos “naming rights” com dois grupos estrangeiros.

A ideia é que nas placas conste “Arena Corinthians” e não “Estádio Itaquera”.

Tanto a CET quanto a Prefeitura de São Paulo, porém, já indicaram que não haverá troca das placas e que o estádio será chamado mesmo de “Itaquera” para facilitar a vida dos estrangeiros.

Nos pacotes turísticos vendidos fora do país os jogos da Copa em São Paulo constam como sendo na “Arena Itaquera”.

Já a Fifa tampouco usa o nome do Corinthians para se referir ao estádio, que será palco do jogo de abertura do Mundial. No ingresso, por exemplo, aparece “Arena de São Paulo”.

O Timão teve problema parecido com a mídia em 2011/2012, quando fez um apelo para que parasse de chamar o estádio de Itaquerão, pois poderia dificultar a venda dos “naming rights” caso o apelido pegasse. Uma parte da mídia atendeu, outra, não.

Andrés Sanchez, que esperava fechar a venda dos direitos para nomear o estádio no início de 2012, agora acredita que no segundo semestre, logo após a Copa, ela poderá finalmente ser efetuada.

O Corinthians pede pouco mais de R$ 400 milhões por um contrato de 20 anos.

No segundo semestre, no entanto, o ex-presidente corintiano terá outra preocupação além da negociação dos “naming rights”. Deverá ser um dos principais nomes do PT para as eleições a deputado estadual, atendendo a um pedido pessoal do ex-presidente Lula. A ideia é puxar votos para o partido em São Paulo.



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