A saída de Marin



Apesar de seu mandato só terminar no ano que vem, José Maria Marin pode deixar a presidência da CBF ainda no segundo semestre, dependendo do que acontecer na Copa do Mundo, seja em termos de organização, seja em relação ao desempenho do Brasil.

Se a Seleção for um fiasco, não está descartada a hipótese de passar o bastão a Marco Polo Del Nero, vice mais velho da entidade e presidente eleito para o período 2015-2018.

Publicamente, porém, Marin não fala nessa possibilidade e insiste que confia que o Brasil será mais uma vez campeão mundial.

Del Nero, que ganhou a eleição quarta-feira, quer mudar uma série de procedimentos na CBF e levar a entidade à era da informação. Ao vencer a eleição, reclamou da morosidade da confederação na comunicação com os clubes, o que levou a um impasse (e a uma liminar) sobre os quatro melhores da Série B do ano passado.

Não custa lembrar que a eleição foi antecipada para antes da Copa justamente para não pegar o efeito do Mundial. Ricardo Teixeira, que acabou renunciando à presidência, temia que possível fracasso do Brasil em campo atrapalhasse a situação a eleger seu candidato.

Marin, mesmo que passe o bastão, formal ou informalmente, a Del Nero logo após a Copa, seguirá como vice mais velho do presidente eleito. Outro dos vices é Fernando Sarney, filho de José Sarney, e aliado da dupla paulista.



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