A oposição no Santos



Apesar de o Santos ter chegado à sua sexta final seguida no Paulista e ser hoje, graças ao trabalho de base, o melhor entre os grandes de SP, a oposição na Vila continua reclamando da diretoria e questionando a situação financeira.

Segundo conselheiros contrários à gestão Luis Álvaro/Odílio Rodrigues, o Conselho Gestor tem feito loucuras e o atual presidente idem quando o assunto é dinheiro. As cotas de TV de 2015 já estariam comprometidas e as de 2016 e 2017 parcialmente também, o que a diretoria nega.

Dizem ainda que há muitos contratos nebulosos em que o Santos acabou lesado, caso da transferência de Neymar para o Barcelona, e que Odílio Rodrigues, que comanda o clube desde a licença médica de Luis Álvaro, afirmou que não se administra uma agremiação sem endivida-la, repetindo palavras que teriam sido proferidas pelo ex-presidente Marcelo Teixeira.

Para a situação, porém, o movimento da oposição é para desestabilizar o Santos num momento em que o time vem bem em campo e direcionado a resgatar o nome de Marcelo Teixeira, cuja administração a diretoria define como caótica.

Brigas internas à parte, lamento apenas a atuação do Conselho Gestor, do qual confesso que esperava mais, especialmente do ponto de vista econômico/financeiro.

A ideia é boa e poderia ser usada por outros clubes também, mas na prática, pelo jeito, a história tem sido outra, sem maiores inovações em relação ao marketing e à gestão financeira. Nada que justifique, no entanto, a volta de A ou B, até porque a discussão não deveria ser em relação a nomes, mas a conceitos de administrar. O que vale tanto para um lado quanto para o outro, aliás. E propostas por parte da oposição confesso que não tenho visto. Até agora só ataques.



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