Fifa e a Copa-2018



Após tanta dor de cabeça com a Copa-2014 no Brasil, cuja preparação alguns jornalistas estrangeiros têm definido como fiasco, e com o Mundial de 2022 no Qatar, que não sabemos nem em que época do ano será realizado, a Copa de 2018, antes tão elogiada pela Fifa, começa a preocupar.

O receio é que as ações da Rússia na Ucrânia sigam complicando as relações internacionais e levem a contestações sobre a escolha do país de Vladimir Putin para abrigar o Mundial.

Os Jogos Olímpicos de Sochi já foram alvo de muita polêmica e protestos devido a ações do governo Putin, que lançou ofensiva contra o que chama de propaganda gay na sociedade russa e gerou reação de alguns países e ativistas ligados a causas de direitos humanos.

Mesmo com obras bem adiantadas e a preparação para a Copa-2018 alvo de enormes elogios da Fifa, o confronto na Ucrânia, que pode levar a Crimeia ao território russo, gera grandes preocupações.

Recentemente a ex-secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton chegou a comparar as ações de Putin às de Adolf Hitler nos anos 30.

A ordem em Zurique, onde fica a sede da Fifa, é não se pronunciar sobre o assunto agora e se concentrar nos preparativos para a Copa no Brasil, fontes de muita confusão. Mas passado o Mundial brasileiro entrará em cena o da Rússia. Com discussões diferentes do nosso, mas certamente com outras polêmicas à vista.



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