A Globo e o legado



Galvão Bueno deve insistir daqui em diante na tese de que a Copa deixará um bom legado ao Brasil, adotando uma agenda positiva agora que estamos a menos de cem dias do início do Mundial.

Ontem, no jogo contra a África do Sul, já tocou no assunto, dizendo que o país que abrigou a Copa de 2010 passou por grandes transformações a partir do evento, especialmente na questão da mobilidade urbana, incluindo melhorias em aeroportos, da segurança e do turismo.

Os estádios de 2014, que tendem todos a ficar belíssimos, também serão enfatizados nas transmissões, embora a questão dos custos deva ficar de lado.

Na Copa das Confederações, a Globo queria mostrar os benefícios que receber um evento como aquele significa para o país e pretendia apresentar o “Jornal Nacional” dos locais onde o Brasil jogasse. Teve que abortar a ideia durante a competição devido aos protestos populares que começaram justamente questionando o preço e a qualidade do transporte público no Brasil e cresceram a ponto de ficaram muito mais relevantes do que o que acontecia dentro dos gramados.

Já na Copa do Mundo o lema deve ser o “somos todos um”, incentivando os torcedores a se unirem em torno de um ideal, que seria a conquista do hexa.



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