O Santos sabia?



A oposição santista quer chamar Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, o LAOR, presidente licenciado do clube, para explicar melhor sua versão dos fatos em relação à transferência de Neymar para o futebol espanhol.

O dirigente, que se licenciou por motivos de saúde quando a oposição pedia seu impeachment, diz que não sabia do acordo entre o atacante e o Barcelona. Neymar da Silva Santos, pai do atleta, afirma que ele estava a par de tudo, sim.

Para conselheiros de oposição o caso é ainda mais grave porque o jogador disputou a final do Mundial de Clubes contra o próprio Barça já tendo feito acordo com o time catalão. Eles querem saber se a direção do clube e até a comissão técnica, então comandada por Muricy Ramalho, tinham conhecimento do fato.

Para a oposição, o Santos tem que ser mais firme no imbróglio, já que o acerto entre Neymar e Barcelona seria um pré-contrato, embora tanto o estafe do craque quanto os espanhóis se neguem a usar o termo, que poderia até melar a transferência, o que, para ser sincero, duvido. Até porque há muito, mas muito dinheiro mesmo em jogo. E uma série de interesses também.

A pressão para que o caso seja levado à Fifa, porém, aumenta a cada dia, embora a entidade que dirige o futebol mundial tenda a lavar as mãos. O secretário-geral Jerome Valcke já disse que é muito difícil controlar transferências internacionais e a grana que vai de um lado para o outro, inclusive porque a Fifa não é banco.

Enquanto isso representantes de Neymar seguem tentando blinda-lo, alegando que é fundamental que mantenha todo o foco na Copa do Mundo. O outro intuito, no entanto, é claro. Preservar a imagem do atleta, talentoso e carismático como ele só, e até por isso queridinho do mundo publicitário. Negócios, negócios…



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