MP quer as pontas



O Ministério Público investiga a possibilidade de gente dentro da Lusa ter obtido vantagem indevida para favorecer algum outro clube no Brasileiro-2013, escalando ou deixando de evitar a escalação do meia Héverton contra o Grêmio, pela última rodada do campeonato.

Não está descartada a quebra de sigilo bancário e telefônico dos suspeitos, cujos nomes até aqui não foram apontados, já que no caso de alguém ter recebido dinheiro para favorecer terceiros, prejudicando a Portuguesa, alguém pagou.

A ideia, portanto, é chegar às duas pontas do possível “negócio”, que segue sob investigação.

Investigações à parte, o MP deve pedir que a CBF devolva os quatro pontos tirados de Portuguesa e Flamengo, alegando que a CBF não cumpriu o Estatuto do Torcedor.

Se tivesse cumprido e as punições passassem a valer só depois de publicadas no site da entidade, que organizou o campeonato, o caso não teria acontecido e o risco de armação seria muito menor, já que todas as partes, inclusive os árbitros e delegado do jogo saberiam quem tinha ou não condições de atuar.

O caso segue nos tribunais e a Lusa deve muitas explicações, muitas mesmo. Mas a CBF, que lhe fez uma proposta no mínimo indecorosa para se calar e aceitar na boa a Série B, também.

Na Espanha caiu Sandro Rosell, acuado pelas suspeitas que cercam a nebulosa contratação de Neymar pelo Barcelona. Aqui já se foi Ricardo Teixeira, amigão de Rosell, mas os porões do futebol seguem sujos. Que sejam limpos, minimamente limpos, porque o torcedor não é palhaço. Ou é?



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