Copa-2022 vai para…



Enquanto a Fifa segue inquieta com o atraso no cronograma das obras para a Copa no Brasil, sem falar no risco de novas manifestações em junho, um outro Mundial deve causar ainda mais dores de cabeça à entidade. Já está causando, aliás. O do Qatar, em 2022.

Além das suspeitas de compras de votos na eleição que deu a Copa ao Qatar, a questão do calor em junho/julho, que pode chegar aos 50 graus, tem provocado muitas reclamações.

Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, já chegou a dizer que o período de disputa do Mundial seria mudado, tendo, depois, voltado atrás, pois não conta com apoio de boa parte dos países e clubes europeus, contrários a mudanças no calendário.

Os norte-americanos, que se veem como alternativa para receber a Copa de 2022, têm usado, nos bastidores, o forte calor no Aberto da Austrália, que tem feito muitas vítimas nesse início do ano, para aumentar a pressão contra o Qatar. Como se nos Estados Unidos em junho/julho não fizesse, em algumas regiões (Dallas que o diga), um calor infernal também…

Enfim, problemas para o Mundial não temos só por aqui, não. Por mais que reclamem, sem razão, a meu ver, dos deslocamentos, naturais num país continental como o nosso , e de jogos em Manaus, nada que se compare com a temperatura no Qatar.



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