A aliança CBF/Aidar



Tem dado muito o que falar a aliança entre Carlos Miguel Aidar, candidato de Juvenal Juvêncio para sucede-lo na presidência do São Paulo, e a CBF.

José Maria Marin, que comanda a entidade, resolveu contratar o escritório de Aidar para defendê-la nas ações na Justiça comum em SP de torcedores de Flamengo e Portuguesa.

A iniciativa faz parte da estratégia de afagar o São Paulo e reaproxima-lo da confederação, da qual estava afastado desde os tempos de Ricardo Teixeira.

Tem como objetivo também esvaziar possível candidatura de Andrés Sanchez, que vinha tentando aparar antigas rusgas com Juvenal.

Caso Marco Polo Del Nero, candidato da situação à sucessão de Marin, em abril, vença as eleições na CBF, não está descartado um cargo a Juvenal na futura diretoria.

Aidar concorre contra Kalil Rocha Abdalla pela presidência do São Paulo e causou celeuma, inclusive entre alguns de seus correligionários, o fato de seu escritório ter topado defender a CBF no caso do rebaixamento do Brasileiro-2013.

Aidar, vale lembrar, também apoiou mudança de estatuto no São Paulo que permitiu a Juvenal um terceiro e desastroso mandato no Morumbi.

Um dos idealizadores do Clube dos 13, ele tem dito que, apesar do contato de seu escritório com a confederação,  segue defensor de uma liga para organizar futuramente o Nacional.

Ela teria 16 times, entre os quais estariam os quatro grandes do Rio e SP, além dos dois mineiros, dois gaúchos e dois paranaenses e o Bahia. O Goiás poderia ser o último da lista, ficando de fora os três de Santa Catarina (Chapecoense, Criciúma e Figueirense), além da própria Portuguesa. Mais polêmica à vista.



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