Dilma aperta equipe



A presidente Dilma Rousseff tem apertado sua equipe de trabalho, pedindo providências e prazos para a conclusão das últimas obras ligadas à Copa.

Dos 12 estádios do Brasil para o Mundial, seis ainda não foram entregues, descumprindo promessa feita à Fifa de que todos estariam prontos até o final do ano passado.

O próximo a ser inaugurado será o de Natal, na semana que vem. O Beira-Rio, em Porto Alegre, ficará pronto até o final de fevereiro, mas Cuiabá, Curitiba, Manaus e São Paulo ainda não bateram a tecla quando o assunto é a data para a abertura.

Dilma quer ter uma resposta até semana que vem, quando vai à Suíça para o Fórum Econômico Mundial e deve ser cobrada em relação aos estádios.

Outros temas ligados à Copa preocupam a presidente, como o aumento abusivo no preço dos hotéis e dos preços em geral já que o setor de serviços quer se aproveitar do evento para faturar o que pode e o que não pode, a questão dos aeroportos, que terão mais voos liberados durante o evento, e especialmente a segurança.

O esquema para receber a seleção dos Estados Unidos durante duas semanas em SP, acionado assim que os norte-americanos chegaram à capital paulista, deve ser repetido com outras delegações na Copa.

Há, porém, receio de que manifestações populares e movimentos como o chamado rolezinho, que ganha os shoppings paulistanos e começa a ser copiado em outras capitais brasileiras, criem problemas indesejados no Mundial e prejudiquem ainda mais a imagem do Brasil, que apresenta problemas na área econômica.

Dilma, enfim, terá muito a explicar na Suíça e, a menos de cinco meses do início da Copa, quer ação e resultados de todos os setores envolvidos com o Mundial. Talvez seja um pouco tarde para começar a cobrar, já que tivemos quase sete anos para nos preparar para o evento, mas antes tarde do que nunca. Até porque o tempo passa… E passa rápido.



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