Nas entranhas do STJD



Continuo dizendo que há algo de bom em todo o imbróglio que envolve o Brasileiro-2013, que termina e muito mal no tapetão.

Temos que entrar nas entranhas do STJD e passa-lo a limpo, como começam a pedir por aí.

É possível que Flávio Zveiter, presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, tenha entrada no órgão sabatinado pelo próprio pai, como bem coloca o ótimo jornalista Sérgio Rangel, quando tinha 19 anos e ainda cursava a faculdade de direito? Nem formado era…

Respondo: É possível, sim, porque a legislação permite isso. Permite nomeação por parentesco, amizade, sem necessidade de que o sujeito tenha completado o próprio curso de direito.

E Luiz Zveiter, já que a família deve se achar dona do tribunal, não acha que houve paternalismo. Com todo respeito, se isso não é paternalismo, não sei o que é… Notório saber é que não podia ser.



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