Auditores concursados



A confusão toda que envolve o final do Brasileiro tem um lado positivo. Volta a mostrar como é incompetente e atrasada a Justiça Desportiva no país.

Como já aconteceu lá atrás, deve ser retomada a discussão sobre quem são os auditores, nem sempre escolhidos pela meritocracia, mas por indicações, pelo jeito, por parentesco ou amizade.

Vale perguntar: Por que não são concursados?

Enquanto não forem, casos patéticos como o de um auditor que se manifestou numa rede social revelando o voto que daria no julgamento de segunda, tendo que ser substituído, devem continuar acontecendo.

A publicação imediata do resultado do julgamento, que deixaria de ser via oral, uma piada para os tempos de hoje, também entra em pauta.

É o lado bom de tudo o que está acontecendo, porque a Justiça Desportiva não pode continuar como está. Nem seguir atrelada à CBF. Que deveria, aliás, deixar de organizar campeonatos.

O problema nesse caso, porém, é que os clubes são extremamente desunidos e cada um pensa apenas no próprio umbigo. Formar uma liga que funcione, então, tomando o lugar da CBF, que ficaria só com a seleção, parece sonho longínquo. E põe longínquo nisso.



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