A volta de Eurico



Eurico Miranda começa a preparar sua volta a São Januário.

Aproveita-se do rebaixamento do Vasco e da selvageria em Joinville para detonar o atual presidente e seu adversário político, Roberto Dinamite.

Eurico diz que com ele no comando o Vasco não teria caído. Que não teria entrado em campo, alegando falta de segurança, e que Dinamite errou ao aceitar que a partida continuasse, já que ficou mais de uma hora parada.

Diz ainda que o rebaixamento do Vasco, nas mãos de Dinamite, era uma tragédia anunciada e lembra que seu nome tem sido pedido por torcedores, como aconteceu no retorno do time para o Rio.

Mais uma tragédia para o clube carioca que precisa encontrar uma terceira via, já que, como gestores, tanto Eurico quanto Dinamite se mostraram verdadeiros desastres. Não é possível que o Vasco tenha de ficar nas mãos de um ou de outro, como se não existissem novas alternativas. Sua torcida e sua história não merecem tudo isso.

Discussões políticas à parte, o clube carioca entrou no STJD pedindo os três pontos do jogo, que o livraria do descenso, mas dificilmente vai conseguir.

Flavio Zveiter, presidente do tribunal, tem dito que o árbitro, em seu ponto de vista, iniciou um jogo sem a segurança adequada, mas que é soberano na decisão de começar ou não a partida.

Também tem afirmado que o jogo teria uma hora para ser reiniciado, mas em condições excepcionais como a de domingo o juiz poderia reiniciá-lo após mais de uma hora de paralisação.

Foram denunciados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva Atlético-PR e Vasco, o primeiro podendo perder 20 mandos de campo, o segundo, dez, além das federações de Santa Catarina e Paraná.



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