A lição do Galo



O Atlético-MG tem sido um exemplo de dedicação e profissionalismo no Brasileiro até aqui.

Na última rodada foi um dos poucos que, mesmo sem ter maiores pretensões no campeonato e estar apenas cumprindo tabela, jogou como se precisasse dos três pontos contra o Fluminense, no Maracanã. Acabou empatando por 2 a 2, mas poderia ter vencido.

O Santos também jogou o máximo que podia, mesmo sem ter chances de entrar no G-4 e já livre há tempos do rebaixamento, batendo o Atlético-PR por 2 a 1.

Já outros times, caso do próprio Cruzeiro, campeão nacional, e do São Paulo, parece que se acomodaram e tiraram o pé do acelerador, tendo feito algumas partidas, não só na última rodada mas em anteriores também, como se não quisessem nada com nada.

Para quem teve ou ainda tem que torcer por equipes que apenas cumprem tabela fica ainda mais complicado.

Por isso mesmo é muito legal ver o Galo jogando com a alma e o coração em campo, apesar de saber que o grande objetivo do time, já classificado para a Libertadores do ano que vem como atual campeão do torneio, é o Mundial de Clubes no Marrocos.

Seus jogadores não apenas entram em campo. Entram e jogam como se necessitassem da vitória, seja o adversário qual for.

Cuca e seus comandados têm mandado bem, algo que não acontece com todos os times e jogadores. Vide o próprio Náutico, que já rebaixado e com salários atrasados, dá a impressão de jogar pedindo para a partida terminar e não se importando muito com quantos gols o adversário faz. Não por acaso, salvo engano, vem de 12 derrotas consecutivas. O que é triste para a história do clube e para o currículo de seus jogadores também.



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