Racha na Vila



O Santos continua rachado e a oposição volta a falar em impeachment da atual diretoria.

Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, que se licenciou da presidência há alguns meses por motivos de saúde, justamente quando conselheiros contrários à sua gestão começaram a cogitar seu impeachment, passaram a questionar o vice _e hoje presidente em exercício_, Odílio Rodrigues Filho, especialmente sobre má gestão financeira do clube.

Querem saber o que foi feito do dinheiro da venda de jogadores como Paulo Henrique Ganso, Rafael, Felipe Anderson e especialmente Neymar, já que Santos e Barcelona até agora não se entendem sobre os valores da transferência.

Também questionam o que chamam de voo da alegria para Barcelona, quando o Santos levou grupos de dirigentes, conselheiros e familiares para a Espanha e o time da Vila levou de oito da equipe catalã.

E reclamam ainda do fato de o clube estar mandando jogos longe do litoral, em cidades como Presidente Prudente e São José do Rio Preto, além da própria capital paulista.

Jogar em São Paulo eu, particularmente, não vejo problema, até porque o Santos pretende entrar na briga pelo Pacaembu, o que absolutamente acho legítimo, já que está longe de ser apenas um time do litoral. Tem grande torcida na capital e já passou da hora de voltar a expandir suas raízes e seu mercado.

Já a questão financeira, que a situação atribui a herança maldita que teria sido deixada pelo ex-presidente Marcelo Teixeira, preocupa, tanto que para o ano que vem a ordem é mesmo cortar gastos, inclusive porque está difícil fechar as contas de 2013. É especialmente por conta disso que a oposição tem se mexido e protestado contra a atual direção, acusando-a, inclusive, de fugir do debate. As próximas semanas prometem, até porque no ano que vem a Vila terá eleições. Conturbadas, pelo jeito.



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