Auditoria no Santos



Grupos de oposição seguem contestando a situação econômico-financeira do Santos, que estaria de mal a pior, e indagando onde foi parar o dinheiro da venda de Neymar, além de quererem saber exatamente quanto o clube recebeu na negociação.

Conselheiros mobilizam-se para pedir auditoria nas contas e dizem que, quando a atual administração assumiu o comando, em 2010, a dívida não chegaria a R$ 100 milhões e hoje seria quase quatro vezes maior.

Reclamam ainda que, para evitar que o clube fechasse o ano no prejuízo, pediu adiantamento de cotas de TV, além de fazer novos empréstimos bancários.

O presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, o LAOR, pediu licença por motivos de saúde, afastando o risco de ver o Conselho votando seu impeachment.

Odílio Rodrigues, que o substituiu, é quem passou a ser alvo de grupos como a Associação Santos Sempre Santos, que contestam também a atuação do Comitê de Gestão, formado, em tese, por altos executivos do mercado financeiro que não conseguiram sanear as finanças santistas.

A situação, que ainda culpa o legado deixado pela gestão Marcelo Teixeira, já avisou que para o ano que vem a ordem é economizar. As contratações devem ser pontuais e a folha salarial, reduzida.

O atual treinador, Claudinei Oliveira, não continuará no cargo. Será contratado um nome mais expressivo, que receberá até R$ 350 mil por mês, valor que o clube segue pagando a Muricy Ramalho, demitido no primeiro semestre.

À torcida, resta ter paciência, pois a tendência é passar por um período de vacas magras, a não ser que apareça alguma boa novidade da base, o que tem salvado, aliás, o Santos nos últimos tempos.



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