A jogada de Aldo



A notícia de que Aldo Rebelo seria candidato a governador de São Paulo pelo PCdoB não durou mais que cinco dias.

Setores do governo Dilma Rousseff, que não estaria lá muito satisfeita com o trabalho do ministro do Esporte, viram o anúncio como jogada de Aldo para tentar se fortalecer na pasta.

Ele teria recebido garantias da presidente que, desistindo da candidatura em SP, teria mais apoio no Esporte e, indo bem na Copa, ficaria no ministério até a Olimpíada de 2016. Caso, claro, Dilma seja reeleita ano que vem.

Apesar do recuo de Aldo e dos cinco dias como candidato, o PCdoB insiste que não é certo o apoio ao petista Alexandre Padilha, ministro da Saúde que deve concorrer contra Geraldo Alckmin (PSDB).

O vereador Orlando Silva, que saiu do ministério do Esporte depois de denúncias de corrupção, tem dito que os comunistas não definiram o candidato que apoiarão em 2014, podendo até apoiar Paulo Skaf, presidente da Fiesp que deve se lançar ao governo do estado pelo PMDB.

Mas ganhando mesmo mais autonomia e força no Esporte, além do espaço e da exposição que deseja na Copa, Aldo já prometeu à Dilma que irá lutar com tudo pela defesa incondicional da candidatura de Padilha. Veremos…



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