Novo calendário europeu



Karl-Heinz Rummenigge, principal executivo do Bayern de Munique, acha que o calendário europeu de futebol pode e deve ser revisto.

A ideia é que os campeonatos nacionais passem a ser disputados de fevereiro a novembro, como já acontece em boa parte do leste europeu.

A adoção do chamado calendário gregoriano, como temos no Brasil, poderia ajudar os europeus a fugir do inverno rigoroso e também atrair turistas de verão, inclusive de outros continentes, para os torneios locais, tendo possível efeito benéfico para atuais e futuros parceiros/patrocinadores.

Com isso, Rummenigge, que participa de associação que reúne os principais clubes europeus e é membro da que representa as ligas profissionais do Velho Continente, acha que a Copa de 2022, no Qatar, poderia ser disputada em janeiro/fevereiro. Segundo o alemão, é inviável que o torneio aconteça em junho, por conta do fortíssimo calor.

Michel Platini e Joseph Blatter, respectivamente presidente da Uefa e da Fifa, veem com bons olhos a ideia de Rummenigge, mas as ligas da Espanha, França, Itália, Portugal e Inglaterra já não. Os ingleses são os mais contrários à mudança no calendário e defendem que continuem começando num ano _em agosto_ e terminando no seguinte _em maio.

As federações nacionais, que representam as seleções de cada país, querem participar de futuras conversas sobre mudanças no calendário europeu.

Para vermos que não somos só nós, brasileiros, que cogitamos mudar o calendário. Enquanto aqui alguns querem adaptar o nosso ao da Europa, lá há quem pense em usar um semelhante ao brasileiro.



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