O que diz Rosell?



O presidente do tão decantado Barcelona deve explicações à Justiça e ao povo brasileiro.

Não é que além de ter montado uma empresa que faturou mais de R$ 11 milhões em amistoso do Brasil contra Portugal, em 2008, desfalcando os cofres do Distrito Federal, ainda recebeu mais de R$ 25 milhões por fazer marketing e promoção de 24 amistosos da seleção brasileira entre 2006 e 2012?

A notícia, revelada pelo “Estadão” na semana passada, repercute na imprensa mundial, mas Sandro Rosell age como se não fosse com ele.

É sempre bom lembrar que os contratos ele conseguiu devido à amizade com Ricardo Teixeira, com quem é muito ligado desde os tempos em que o hoje presidente do Barça representava a Nike no Brasil e ela se tornara a principal parceira da CBF.

Mais um sinal de que a seleção é tratada como produto privado pela chefia da confederação. Era assim com Teixeira e segue sendo com José Maria Marin. Tudo muito errado, pois ela é um dos principais produtos nacionais e deveria ser tratada como bem público, não particular. Até quando?

Ah! E para não perder a ocasião, quem deve explicação também é o próprio Teixeira e, por que não?, Marin, que era seu vice mais velho e assumiu a CBF há mais de um ano. O primeiro está hospitalizado no Brasil e odeio falar com a imprensa. O segundo… Talvez diga que não sabe de nada, seguindo a linha de Alckmin e Lula.



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