Barcos preocupa



As atuações de Barcos com a camisa do Grêmio, em geral abaixo do que se esperava dele, inquietam a diretoria e a comissão técnica do clube.

Na semana passada elas se reuniram para discutir a fase do jogador, que imaginava que, jogando no Sul, ganharia espaço na seleção argentina, o que não vem acontecendo.

Barcos ganhou uma injeção de ânimo de Renato Gaúcho, disputou o Gre-Nal como capitão do Grêmio, voltou a marcar, algo que não fazia havia quatro jogos, mas passou em branco como todos seus companheiros, aliás, na derrota para o Coritiba, que afastou os gaúchos do G-4.

Continuo achando Barcos um ótimo atacante, mas batendo na tecla de que ele joga menos do que muitos imaginavam quando se transferiu para o Sul. Não é o craque que o próprio, pelo jeito, imagina ser, embora seja um bom jogador. Oportunista, com faro de gol, muita raça, espírito de liderança, bons passes, mas craque, craque, não.

O que não invalida a contratação do Grêmio, embora a folha salarial certamente fique ainda mais alta com o atleta. Mas não era essa a ordem de Vanderlei Luxemburgo, demitido durante a Copa das Confederações, embora ainda tivesse 18 meses de contrato a cumprir? Apostar em medalhões, pagando o preço que fosse, receita que não deu certo na Libertadores, com a eliminação precoce do time gaúcho, nem no Estadual, vencido pelo Inter, muito menos no início do Brasileirão. Que terminou, aliás, na saída do treinador, hoje no Fluminense.



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