O candidato de Marin



Apesar das especulações de que será candidato a mais um mandato, em conversas reservadas José Maria Marin segue dizendo que não. E que nas eleições para a presidência da CBF apoia mesmo Marco Polo Del Nero, seu vice mais velho e atual presidente da Federação Paulista de Futebol.

Marin avalia o quadro eleitoral como favorável a Del Nero. Com a situação política do país complicada, especialmente após as manifestações de junho, Lula teria deixado a CBF de lado para se preocupar com a queda de popularidade de Dilma para as eleições presidenciais de 2014. Com isso, Andrés Sanchez, rival de Marin e Del Nero, teria perdido força, pois era Lula seu principal cabo eleitoral.

Já os ônus pelos gastos com a organização do Mundial, questionados pelos manifestantes e pela opinião pública em geral, ficaram com o governo, segundo avalia Marin. A ele teriam restado os méritos pela escolha de Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira, que ganharam a Copa das Confederações. Uma pená que as pessoas se esqueçam que o presidente da CBF também tem responsabilidade pela organização do Mundial. É, afinal, presidente do Comitê Organizador Local da Copa e deveria dividir a culpa pelos seguidos erros nos preparativos, bem como pelos gastos exorbitantes para o torneio, com o governo.

Marin ainda tem comemorado, privadamente, o inferno astral de Aldo Rebelo, ministro do Esporte com quem andou se desentendendo várias vezes por conta da organização da Copa. Rebelo não soube explicar até agora a carona que deu pra mulher e o filho universitário num voo da FAB a Havana durante o Carnaval. O ministro estava em missão oficial, mas seus parentes não deveriam ter feito parte da comitiva. Como se trata de Brasil-sil-sil, a história não é de espantar.



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