A estratégia de Marin



José Maria Marin segue articulando para eleger Marco Polo Del Nero seu sucessor.

Conta com apoio de Alexandre Kalil, do Galo, que ajuda a fazer o trabalho junto aos demais presidentes de clubes. Ao mesmo tempo, abre as torneiras para os presidentes de federações, que completam o quadro eleitoral, e tenta dividir o Corinthians, atraindo o grupo do ex-presidente Valdemar Pires para a CBF.

No campo político, tenta se aproximar do governo federal, via PTB, partido ao qual é filiado. Aproveita a crise da gestão Dilma Rousseff para oferecer-lhe apoio, inclusive por meio de seu partido, que ainda não se definiu sobre as eleições presidenciais de 2014.

E comemora o fato de Lula, mais preocupado com a situação do país, ter se afastado um pouco do futebol, deixando Andrés Sanchez um pouco isolado.

Nos próximos jogos da seleção, o presidente da CBF quer escolher a dedo os chefes da delegação, usando-os para seus interesses políticos. Um deles deve mesmo ser o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, aquele mesmo do voo da FAB para ver a final da Copa das Confederações no Maracanã. E ainda tem entradas para distribuir. Para os amistosos e para a Copa.

De presentinho em presentinho Marin acha que faz Del Nero chegar lá. Uma pena. Para o futebol brasileiro, até mais do que isso. Uma lástima, eu diria.

Ah! A eleição para presidente da CBF deve ser mesmo em abril. Assim, se o time for mal na Copa, não teria efeito no resultado do pleito. Coisas da CBF.



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