Pérolas do Morumbi



Li hoje na “Folha”. Adalberto Baptista, o “genial” diretor de futebol do São Paulo, “justificando” a demissão de Ney Franco: “O descontentamento (com o técnico) não existia um mês atrás, como também não existe agora.” Pergunto: Então por que demitir o treinador?

Mas a pérola não para na direção do futebol. A presidência… Bem, Juvenal Juvêncio disse que não gostaria de ter dispensado Ney Franco e que os fatos aconteceram à sua revelia. Então tá…

É por essas e outras _e por esses e outros, no caso Adalberto Baptista e Juvenal Juvêncio_ que o São Paulo está na fase em que está. Precisa dizer mais?

Se era para demitir o técnico, que o tivessem feito na pausa da Copa das Confederações. Mas quando se trata da cúpula são-paulina, mais perdida que nunca _ou tão perdida como sempre_, tudo é possível.

Pobre torcedor… Do São Paulo. Pois os corintianos têm feito a festa.

 



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