Governo assegura Copa



O governo federal, via Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, garante à Fifa que não há a menor possibilidade de o Brasil abrir mão da Copa do Mundo de 2014, tomem as manifestações populares o rumo que for.

Apesar de se dizer preocupado com os protestos, Carvalho afirma que a ordem será mantida e o Mundial e os Jogos do Rio, em 2016, acontecerão em paz.

Ontem ele recebeu organizadores do movimento “Copa Para Quem?”, que deve voltar a protestar nos dois próximos jogos da seleção, contra México, em Fortaleza, e Itália, em Salvador.

A presidente Dilma Rousseff, pelo menos até aqui, mantém a programação oficial e tem presença confirmada na decisão da Copa das Confederações, dia 30, no Rio, apesar das vaias que recebeu na abertura.

A gastança de dinheiro público com as arenas da Copa virou um dos alvos dos manifestantes, que têm divulgado mensagens em inglês, dada a repercussão internacional que o movimento ganhou.

Para o jogo contra o México, em Fortaleza, ativistas fora do estádio devem levar cartazes com a inscrição “Brasil, vamos acordar, professor vale mais que o Neymar”. E professor, no caso, não é Luiz Felipe Scolari muito menos Carlos Alberto Parreira…

Cartazes pedindo escolas e hospitais “padrão Fifa” também devem ser vistos nas manifestações, que devem atrapalhar o fluxo de torcedores para os jogos de quinta, quando jogam Espanha x Taiti, no Rio, e Nigéria x Uruguai, em Salvador.

A coisa está complicada… Muito por conta da falta de visão política de Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB). O prefeito de São Paulo errou feio ao insistir no aumento da passagem de ônibus e o governador pisou na bola ao defender a truculência da polícia, que se excedeu na manifestação de quinta passada. O resultado estamos vendo nas ruas…



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