Barcos em queda?



Quando chegou ao Grêmio, em fevereiro, Barcos tinha o status de ídolo e era nele que o marketing do Grêmio apostava boa parte de suas fichas. A camisa de número 28 logo começou a disparar nas vendas e a ideia era usar o argentino em outras campanhas de divulgação do clube gaúcho, especialmente as ligadas à Libertadores.

Com a eliminação precoce primeiro no Estadual e em seguida no torneio sul-americano, além das atuações de Barcos consideradas abaixo do esperado, o marketing tendo por tema o pirata ficou um pouco pra trás. Tanto que o próprio jogador, com a saída de Marcelo Moreno para o Flamengo, recebeu outra camisa, a de número 9, deixando a 28 de lado.

Depois de um início  promissor nas vendas, o atacante sofre forte concorrência de Vargas e Zé Roberto, cujas camisetas têm tido até maior demanda.

Se no marketing Barcos já não faz tanto sucesso não é apenas pela expectativa parcialmente frustrada até aqui, mas pela fase do time como um todo. É verdade que amanhã, diante do São Paulo, tem a chance de conseguir três pontinhos, terminando melhor a etapa do Brasileirão antes da pausa para a Copa das Confederações, mas segue oscilando muito, sem convencer seu torcedor.

Com vitória ou não contra o São Paulo _acho que o Grêmio entra como favorito no jogo_, a diretoria quer aproveitar õ intervalo no Brasileiro para fazer uma avaliação da equipe em geral e do trabalho de Vanderlei Luxemburgo em particular. Luxemburgo, diga-se de passagem, que antes de assinar por dois anos com o clube era o queridinho da torcida. Ao final do primeiro semestre, não é mais.

Em relação a Barcos, considero-o um bom jogador, embora longe do craque que ele pensa que é. Bem fez o Palmeiras em aceitar sua saída, já que não adiantava tentar segurar um atleta descontente e que claramente não queria disputar a Série B.



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