O veto à caxirola



Acertou o governo ao proibir a caxirola nos amistosos do Brasil e na Copa das Confederações, que começa dia 15. Como bem disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, ela não era adequada do ponto de vista da segurança.

Recentemente, quando o Vitória goleou o Bahia por 5 a 1, houve uma série de caxirolas atiradas ao gramado, preocupando CBF, Comitê Organizador Local da Copa e o governo brasileiro.

A Conmebol chegou a alertar a CBF e os clubes brasileiros que disputavam a Libertadores _agora sobrou só o Galo_ a evitar o uso do instrumento musical em jogos da Libertadores, devido ao risco de serem atirados no gramado, e foi prontamente atendida.

Apelidada de “vuvuzela brasileira”, via a caxirola como uma forma artificial de fazer os brasileiros torcerem, imposta de cima pra baixo, já que não faz parte da nossa cultura. A vuvuzela, tão usada na Copa de 2010, fazia parte do repertório sul-africano e era usada em estádios por seus torcedores há muitos anos.

O instrumento foi criado por Carlinhos Brown, recebeu a bênção de Dilma Rousseff e Marta Suplicy, mas depois do episódio de Salvador, no Ba-Vi, acabou descartado.

A empresa responsável pelo produto segue na intenção de vendê-lo, cerca de R$ 30,00 a unidade, mesmo com a proibição para a Copa das Confederações, que deve ser estendida para o Mundial de 2014.

Segundo a Fifa, a decisão de proibir o instrumento foi do próprio governo brasileiro. E como já disse, considero a medida adequada.



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