O drama do Vasco



A goleada sofrida para o São Paulo é preocupante. Retrata o estado do time do Vasco, que entrou no Brasileiro como um dos cotados para brigar para não cair.

Ainda com dificuldade de pagar salários, o clube perdeu Dedé, seu principal jogador, não poderá jogar em São Januário até o final da Copa das Confederações e não conseguiu um mínimo de estrutura ou esquema tático em mais de um mês de preparação para o Brasileirão, já que foi eliminado precocemente do Estadual do Rio.

Os 5 a 1 para o São Paulo mostram sua fragilidade. E o gol só foi anotado graças a uma falha grotesca de Rogério Ceni, assim como os três pontos na estreia se deram num jogo pavoroso contra a Portuguesa e foram conquistados em erro de Gledson, o goleiro adversário.

O Vasco jogou muito pouco nos dois primeiros jogos. Paulo Autuori terá muito trabalho para ajustar a equipe e torná-la pelo menos um pouco mais competitiva.

Fora das quatro linhas os problemas continuam, com Roberto Dinamite cada vez mais isolado, as contas contestadas, algumas não apresentadas, antigos aliados se transformando em desafetos e com o time caindo aos pedaços a pressão só aumenta.

Tem de reunir os cacos e se recuperar no Nacional. Mas não será tarefa fácil. Nada fácil, aliás. Os dois primeiros jogos, mesmo conseguindo três pontos, foram desanimadores.



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