Robben e o estigma



Como o ser humano gosta de estigmatizar… Não fossem o gol de Robben e o título do Bayern e já iam estigmatizá-lo de perdedor, eterno vice, amarelão ou qualquer coisa do gênero.

O holandês foi decisivo na final da Liga dos Campeões. Não costuma fugir das jogadas e não se esquivou em momentos muito importantes contra o Borussia.

Desperdiçou um daqueles gols feitos no primeiro tempo, algo que faz parte do futebol, quase marcou outro, mas apareceu com tudo mesmo no segundo tempo. Criou a jogada do primeiro gol e marcou o que deu o título ao Bayern aos 44min do segundo tempo.

Já fizeram isso com outros jogadores, técnicos, times de futebol… Estigmatizar. Lembro agora de Telê Santana, chamado de pé frio durante bons anos até chegar ao São Paulo e ganhar com o time do Morumbi tudo o que poderia e mais um pouco. Isso acontece no Brasil, na Alemanha, no mundo. No futebol e fora dele. E de repente um “simples” gol muda tudo.



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