Libertadores enxuta



A ideia de Eduardo Figueredo, novo presidente da Conmebol, de reduzir o número de participantes da Libertadores não é vista como ruim pelos patrocinadores e detentores de direitos de TV do torneio. A possibilidade de limitá-los a no máximo dois por país, porém, é tida como péssima por eles e de cara já teve a rejeição de brasileiros e argentinos.

O Brasil, por exemplo, é um que não vê sentido em ter o mesmo número de representantes de países como Bolívia ou Venezuela. E descarta a possibilidade de cada país ter dois times no torneio, quando na edição deste ano entrou com seis competidores (Atlético-MG, Corinthians, Fluminense, Grêmio, Palmeiras e São Paulo). A CBF acha que uma redução para duas equipes prejudicaria o próprio Campeonato Brasileiro, que oferece quatro vagas para a Libertadores.

Patrocinadores do torneio e os donos dos direitos de TV, que apostam muito no mercado brasileiro, o mais forte da América do Sul, tampouco gostaram da possibilidade e acham que o Brasil não pode ter apenas dois ou três representantes como chegou a ser cogitado dentro da própria Conmebol por países tidos como periféricos no torneio.

Além dos competidores da América do Sul, o México tem participado como convidado e existe a ideia de, no futuro, o convite se estender a Major League Soccer, a liga norte-americana de futebol profissional, incluindo Estados Unidos e Canadá na competição.



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