E a reforma do Engenhão?



Segue complicada e polêmica a questão da reforma do Engenhão, interditado desde fins de março por problemas estruturais na cobertura, fora o risco de pane na parte elétrica.

A Prefeitura do Rio trabalha com diferentes orçamentos e soluções para as obras. O preço variaria de R$ 110 milhões a R$ 180 milhões. O estádio, construído para o Pan de 2007, custou R$ 380 milhões, seis vezes a mais do que os previstos R$ 60 milhões.

A ideia inicial era que ficasse pronto até setembro, mas devido a divergências nos rumos da reforma, bem como nos custos, o Botafogo trabalha com a hipótese de a reabertura ser apenas no ano que vem.

O clube carioca ganhou da Prefeitura do Rio o direito de administrar o estádio pagando aluguel de cerca de R$ 40 mil mensais, além de arcar com a manutenção da arena.

Arrendando o estádio ao Fogão, a Prefeitura só recuperaria o investimento feito para construí-lo em quase 90 anos. Agora, diante da interdição do Engenhão e dos gastos que terá com a reforma, provavelmente nem em cem verá a grana de volta.



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